Estátua Deusa Tétis, Jardim Botânico, Rio de Janeiro, Brasil
- Fotografia e Nostalgia

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Estátua Deusa Tétis, Jardim Botânico, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia
Imagens da estátua Deusa Tétis, obra de 1862 do francês Louis Sauvageau, instalada no Lago Frei Leandro.
Texto:
Tétis, na mitologia grega, é uma ninfa do mar, uma das nereidas filhas do antigo deus marinho. Quando descrita como uma nereida, Tétis era a filha de Nereus e Doris, e neta de Tétis, a titânide. Teve vários filhos, entre eles, Aquiles.
Foi criada por Hera, a quem dedicava grande amizade. Recolheu Hefesto quando o deus foi precipitado do Olimpo por Zeus. Amada pelo soberano dos deuses, resistiu-lhe, temendo magoar Hera. De acordo com outra versão, foi o próprio Zeus que a repudiou. O senhor olímpico temia a previsão de um oráculo segundo o qual Tétis conceberia dele um filho que o destronaria. Numa variante da lenda, tal oráculo referia-se a Zeus e a Poseidon, ambos enamorados da nereida.
Para que a profecia não se cumprisse, o rei dos deuses apressou-se em casar a amada com o mortal Peleu, rei da Fítia (Tessália).
Tétis, entretanto, fugia à corte do noivo, transformando-se em diversos elementos. Aconselhado pelo centauro Quíron, Peleu segurou-a violentamente, até que a nereida voltou à forma natural.
O casamento foi celebrado na presença dos deuses e das musas. Da união nasceram sete filhos. Para purificar as crianças dos elementos mortais herdados do pai, Tétis expunha-as ao fogo, acarretando sua morte. Segundo a lenda, quando tentava purificar seu sétimo filho, Aquiles, Peleu interferiu, salvando a criança. Irritada, Tétis abandonou o marido e retornou ao fundo do mar. Protegeu o filho durante toda a vida do herói, tentando afastá-lo dos perigos e consolando-o nas tristezas. Não pôde, entretanto, evitar que ele morresse na guerra de Troia, pois assim havia decretado o destino. Depois da morte do herói, tomou sob sua proteção Neoptólemo, filho de Aquiles. Trecho de texto da Wikipédia.
Nota do blog: Data 2026 / Crédito para Jaf.



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