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Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville, Santa Catarina, Brasil

  • Foto do escritor: Fotografia e Nostalgia
    Fotografia e Nostalgia
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville, Santa Catarina, Brasil

Joinville - SC

Fotografia


O acervo original foi reunido por Guilherme Tiburtius, um estudioso de sambaquis que pesquisou, registrou, coletou e classificou diversos artefatos e sepultamentos de sítios que estavam sendo destruídos na região.

Em suas buscas arqueológicas, principalmente nos sambaquis existentes na região de Joinville, juntou mais de doze mil peças.

Posteriormente, acabou vendendo seu acervo para o município (em 1963). Em 1969 foi inaugurado o museu, em edifício provisório e, em 1972, construída sua sede definitiva. Desde então, o museu passou a atuar na preservação do patrimônio arqueológico do município.

Os sambaquis são sítios arqueológicos e, como tais, são considerados patrimônio nacional e protegidos pela Lei Federal nº 3.924/1961.

Eles são "testemunhos da ocupação de caçadores-coletores" que ocuparam a região costeira do que hoje conhecemos como Brasil.

Definição de sambaqui: é uma elevação construída com restos de animais (conchas, ossos de peixes, aves, mamíferos e répteis), dispostos junto com esqueletos humanos, restos de fogueiras e, eventualmente, evidências de habitação. Os sepultamentos humanos geralmente são cobertos com conchas para que o material calcário preserve o que foi ali deixado. Há ainda estatuetas que geralmente reproduzem animais e cujo acabamento indica aprimorado sentido estético de quem as fez. A semelhança entre estas estatuetas encontradas em sítios distantes sugerem que estes grupos trocavam informações entre si. Artefatos utilizados para pescar, caçar e preparar alimentos e corantes também aparecem nos sítios. Os maiores sambaquis, com mais de 30 metros de altura, estão em Santa Catarina, em locais estratégicos da costa brasileira, próximo a enseadas, desembocadura de rios ou canais, lagunas, restingas, manguezais e florestas.

A região da Baía da Babitonga, na qual Joinville está inserida, registra cerca de 150 sítios arqueológicos do tipo sambaquis, com datações que variam de 6 mil a 800 anos. A maioria dos sambaquis foram construídos perto de rios, lagos e mar, alguns com mais de 8 metros de altura.

Os sambaquis e os pescadores/caçadores/coletores, que construíram estes patrimônios, são o foco do acervo e do trabalho do MASJ, uma Unidade da Fundação Cultural de Joinville.

Há 41 sambaquis registrados e preservados na cidade. Infelizmente, muitos dos sambaquis foram destruídos durante a colonização e urbanização da cidade. A destruição de sambaquis para a extração de conchas e produção da cal foi intensa até 1961, quando a União tombou os sambaquis como patrimônios históricos e culturais. Trecho de texto da Wikipédia adaptado para o blog.

Localizado na rua Dona Francisca, 600.

Nota do blog: Data 2025 / Crédito para Jaf.


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