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Monumento Regente Diogo Antônio Feijó, Liberdade, São Paulo, Brasil

  • Foto do escritor: Fotografia e Nostalgia
    Fotografia e Nostalgia
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Data efetiva não obtida (circa 1928) - Autoria não obtida.


Data efetiva não obtida (circa 1928) - Autoria não obtida.


Data não obtida - Crédito para Sebastião de Assis Ferreira.


Data 1953 - Autoria não obtida.


Data 1953 - Autoria não obtida.



Monumento Regente Diogo Antônio Feijó, Liberdade, São Paulo, Brasil

São Paulo - SP

Fotografia - Cartão Postal


Em 1908, a partir de uma proposta de José Alves de Cerqueira César, foi criada uma comissão para a execução de um monumento em homenagem ao Regente Diogo Antônio Feijó.

Coube a Eugênio Egas secretariar a comissão e implementar a concretização de seus objetivos, desde a publicação de artigos na imprensa até a inauguração do monumento.

Esta iniciativa espelhava uma preocupação dessa elite, que entendia que a edificação de monumentos era um importante elemento na construção da memória histórica e criação dos mitos da grandiosidade paulista.

Em 24 de maio de 1913, ano em que se completavam 70 anos de sua morte, com um solene evento cívico, foi inaugurada a estátua do Regente Feijó no Largo da Liberdade.

Encarregado de preparar os estatutos e formular as bases gerais do edital do concurso para a edificação do monumento ao Padre Feijó, Eugênio Egas mostrava grande apreço por esta figura histórica. Tanto é verdade, que escreveu livros e artigos sobre o regente e sua vida política, inclusive, em 1913, lançou o livro “O Monumento de Diogo Antônio Feijó”, onde narrou toda a história do monumento.

Por incúria da Prefeitura de São Paulo, a estátua do Regente Feijó foi desmembrada e teve parte da estatuária cedida à cidade de Itu, enquanto o restante do conjunto adormece em um depósito na Capital. Trecho de texto da Alesp adaptado para o blog.

Texto 2:

O monumento é de autoria do francês Luiz Convers, o desenho do pedestal de Victor Laloux, o granito utilizado é proveniente de São Paulo, a obra de cantaria feita na capital sob as ordens de Ramos de Azevedo (que foi o responsável pela montagem do monumento) e o bronze fundido pela Casa Thiébaut, de Paris, França.

Texto 3:

Em 2012, o então prefeito Gilberto Kassab resolveu ceder a totalidade do monumento a cidade de Itu, em comodato, por 30 anos.

Assim, atualmente o monumento encontra-se instalado na Escola Estadual Regente Feijó, na cidade de Itu (embora não esteja montado da forma original).

Nota do blog: Data e autoria, quando obtidas, abaixo das próprias imagens.


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