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Montanha Vinicunca / Montanha das Sete Cores / Montanha do Arco-íris, Região de Cusco, Peru

  • Foto do escritor: Fotografia e Nostalgia
    Fotografia e Nostalgia
  • há 1 hora
  • 4 min de leitura

Montanha Vinicunca / Montanha das Sete Cores / Montanha do Arco-íris, Região de Cusco, Peru

Região de Cusco - Peru

Fotografia


Texto 1:

Vinicunca o Winikunka, llamada también montaña de siete colores, montaña arcoíris o montaña de colores (los vecinos le llaman Cerro Colorado), es una montaña del Perú con una altitud de 5036 mts sobre el nivel del mar.

Está situada en el camino al nevado Ausangate, en los Andes del Perú, Región Cusco, entre los distritos de Cusipata, provincia de Quispicanchi, y Pitumarca, provincia de Canchis.

En la mitad de la década del 2010 comenzó un proceso de masificación turística atraídos por su serie de franjas de varios colores, esto debido a su composición mineralógica presente en las laderas y cumbres.

Saliendo de la ciudad del Cusco, se conduce por la carrera Longitudinal de la Sierra del Sur peruano (PE-3s) en dirección a la localidad de Checacupe donde se toma la bifurcación hacia el poblado de Pitumarca, y a partir de este poblado se recorre el viaje por una trocha carrozable (vereda de montaña circulable) pasando por varias comunidades campesinas como Ocefina, Japura, Hanchipacha, hasta arribar a la comunidad de Pampa Chiri, lugar donde termina la carretera e inicia la caminata de 5 km aproximadamente hasta el paso de Vinicunca, donde se puede apreciar la formación natural con forma de arcoíris, considerado la Montaña de Colores.

La entrada a la Montaña Arcoíris se realiza por el pueblo de Pitumarca, a dos horas de la ciudad del Cusco, luego una caminata a pie, en auto o en moto por las faldas de la montaña y luego se puede subir en caballo o a pie el resto del camino hasta llegar a la Montaña de Colores.

Según la investigación de la Oficina Paisaje Cultural de la Descentralización de la Ciudad del Cusco, las coloraciones de la montaña de los 7 Colores se deben a la composición mineralógica que tiene: el color rosado es por la arcilla roja, fangolitas, fango y arilitas (arena). El blanquecino, por la arenisca cuarzosa y margas, ricos en carbonato de calcio. El rojo por compuesto por las arcilitas (hierro) y arcillas pertenecientes al terciario superior. El verde se debe al compuesto de filitas y arcillas ricas en ferro magnesiano. El pardo terroso es producto de fanglomerado compuesto por roca con magnesio perteneciente a la era cuaternaria. Y el color amarillo mostaza por las areniscas calcáreas ricas en minerales sulfurados. Trecho de texto da Wikipédia adaptado para o blog.

Texto 2:

Cerca de 100 km a sudeste de Cusco, no Peru, existe um arco-íris em forma de montanha.

É a Montanha das Sete Cores, também conhecida como Vinicunca ou Arco-íris, situada na Cordilheira do Vilcanota, 5200 metros acima do nível do mar, no distrito de Pitumarca.

Suas encostas e cumes são decorados por franjas em tons intensos de fúcsia, turquesa, roxo e dourado.

O espetáculo visual que a montanha proporciona atrai visitantes do mundo todo.

Segundo a mídia local, o número de turistas subiu de algumas dezenas para mais de 1 mil por dia, apesar do frio e da grande altitude.

Impulsionado pelas redes sociais, o crescimento na popularidade da Montanha das Sete Cores fez com que ela fosse incluída nos rankings internacionais de atrações turísticas.

Embora a explosão do turismo seja recente, a história da montanha e de suas lindas cores começou há milhões de anos.

As cores que decoram as encostas da montanha resultam de uma história geológica complexa, com sedimentos marinhos, lacustres e fluviais, de acordo com um relatório do Escritório de Paisagismo Cultural da Diretoria de Cultura de Cusco.

Esses sedimentos, transportados pela água que antes cobria todo o lugar, datam dos períodos Terciário e Quaternário, ou seja, de 65 milhões até 2 milhões de anos atrás.

Ao longo do tempo, os sedimentos foram formando camadas (com grãos de tamanhos diferentes) que hoje compõem as franjas coloridas.

O movimento das placas tectônicas da área elevou esses sedimentos até que se transformassem no que hoje é a montanha.

Aos poucos, as diferentes camadas foram adquirindo suas cores chamativas. Elas resultam da oxidação dos diferentes minerais, em virtude da umidade da área, e também da erosão dos mesmos.

Veja a composição de cada uma das camadas, de acordo com a cor:

- Rosa ou fúcsia: mescla de argila vermelha, lama e areia.

- Branco: arenito (areia de quartzo) e calcário.

- Roxo ou lavanda: marga (mistura de argila e carbonato de cálcio) e silicatos.

- Vermelho: argilitos e argilas.

- Verde: argilas ricas em minerais ferromagnesianos (mistura de ferro e magnésio) e óxido de cobre.

- Castanho amarelado, mostarda ou dourado: limonites, arenitos calcários ricos em minerais sulfurosos (combinados com enxofre).

Além disso, essas misturas também contêm óxidos de ferro, geralmente de cor avermelhada.

Mas, se essas cores chamativas já decoram a montanha há milhões de anos, por que ela só ficou famosa recentemente?

Artigos publicados pela mídia peruana e internacional sugerem que Vinicunca teria sido descoberta porque mudanças climáticas teriam derretido a neve que a cobria.

No entanto, geólogos consultados dizem não estar absolutamente certos disso.

Alguns dizem que a montanha estava apenas parcialmente coberta de gelo e que recebia neve temporariamente até o início dos anos 1990. Inclusive, alguns dizem não acreditar que o cume tenha sido uma geleira nos últimos anos ou décadas.

Não há evidências do que exatamente aconteceu com a montanha e há que se ter muita cautela em afirmar (que a mudança climática deixou Vinicunca descoberta). Mas, sem dúvida, pode-se dizer que, nos arredores, houve um derretimento glacial bastante forte. Trecho de texto da BBC adaptado para o blog.

Nota do blog: Data 2026 / Crédito para Jaf.

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