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Lago das Tartarugas, Jardim Botânico, Rio de Janeiro, Brasil

  • Foto do escritor: Fotografia e Nostalgia
    Fotografia e Nostalgia
  • há 4 horas
  • 2 min de leitura

Lago das Tartarugas, Jardim Botânico, Rio de Janeiro, Brasil

Rio de Janeiro - RJ

Fotografia


Texto 1:

Com a restauração do Lago Frei Leandro (2001), os cágados abandonados pelo público foram transferidos para o lago existente ao lado do Centro de Visitantes, ficando conhecido como "Lago das Tartarugas".

Em 2007, o lago foi reformado e ampliado, oferecendo ambiente adequado à sobrevivência dos cágados.

"Tigre-d'água" é o nome popular das duas espécies de cágados lá existentes, que são tartarugas de água doce, a Trachemys scripta elegans, originária dos Estados Unidos e a Trachemys dorbigni, do Rio Grande do Sul. São animais exóticos, que podem transmitir doenças, competir e/ou matar animais nativos.

Não dê alimentos. Os cágados recebem alimentação adequada e em quantidade

e horário apropriados, de funcionários especializados.

Não toque nos animais. Animais selvagens são portadores naturais de micro-organismos

que podem causar doenças em humanos. Além disso, tocar neles causa estresse aos animais. Trecho de texto do JBRJ.

Texto 2:

Tartarugas, cágados e jabutis são quelônios, mas diferentes: tartaruga é sempre marinha, cágados são de água doce e jabutis são terrestres. Trecho de texto do JBRJ.

Texto 3:

Em 2014, o Núcleo de Fauna do Jardim Botânico do Rio de Janeiro começou o Projeto Casco Firme, identificando, sexando e contabilizando todos os animais adultos do Lago das Tartarugas. Foi realizada a marcação individual por microchip de todos os cágados do lago, a fim de fazer acompanhamentos periódicos da saúde e controle desses quelônios. No lago temos apenas animais alóctones. Isso significa que não são nativos. Alguns são dos EUA (Trachemys scripta), alguns do sul do Brasil (Trachemys dorbigni) e a maioria é uma mistura disso, ficando sem habitat apropriado. Esses animais híbridos são filhotes de pais de espécies diferentes, portanto, uma espécie que não existe. Isso é um enorme problema para a fauna nativa. Tais animais não podem ser soltos na natureza, pois não são nativos e impactam no equilíbrio ambiental e ameaçam a vida dos animais nativos.

No caso do Jardim Botânico, os cágados do lago não oferecem risco algum à fauna local, pois estão em cativeiro controlado, sendo monitorados diariamente. Porém, quando chega o verão, começam a nascer filhotes. Infelizmente, por tratar-se de animal exótico invasor, os filhotes são encaminhados para o Centro de Triagem do IBAMA, não podendo ser soltos na natureza nem permanecer no lago, pois os adultos predam os filhotes e o lago já está superlotado.

De qualquer forma, os animais são uma linda atração para quem chega no Jardim Botânico. Pedimos, encarecidamente, que não ofereçam alimentos, nem mesmo as graminhas arrancadas, que são prejudiciais a eles. E que não ponham a mão na água, pois além do risco de mordidas, a água pode conter salmonela.

Nosso objetivo final é a esterilização dos animais do lago, o que trará um enorme ganho de qualidade de vida para eles e de segurança para nosso meio ambiente. Trecho de texto do JBRJ.

Nota do blog: Data 2026 / Crédito para Jaf.


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