Imagens do Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial / Monumento aos Pracinhas, Glória, Rio de Janeiro, Brasil
- Fotografia e Nostalgia

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Imagens do Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial / Monumento aos Pracinhas, Glória, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia
Idealizado pelo marechal João Baptista Mascarenhas de Moraes, comandante da Força Expedicionária Brasileira (FEB), para receber os restos mortais dos soldados brasileiros mortos na Itália, o Monumento foi concebido pelos arquitetos Marcos Konder Netto e Hélio Ribas Marinho, vencedores de um concurso público nacional. O projeto estrutural coube ao engenheiro Joaquim Cardozo.
As obras iniciaram-se em 24/06/1957 e, embora inaugurado oficialmente em 7 de abril do mesmo ano, foram concluídas apenas em 24/06/1959, sendo reinauguradas em 5 de agosto do mesmo ano.
Em 20/06/1960, partiu para a Itália uma comissão presidida pelo marechal Oswaldo Cordeiro de Farias (que integrara a FEB como Comandante da Artilharia Divisionária), com a incumbência de proceder à exumação dos 462 corpos sepultados no cemitério brasileiro na cidade de Pistoia, e prepará-los para o translado para o Brasil. A comissão chegou ao Rio de Janeiro em 15/12/1960, trazendo os corpos em caixas individuais de zinco, encerradas em urnas de madeira.
Em solenidade uma semana depois, as urnas foram transportadas para o Monumento e depositadas nos respectivos jazigos no Mausoléu. Uma das urnas de mortos não identificados passou a simbolizar o "Soldado Desconhecido" e foi entregue pelo marechal Mascarenhas de Moraes ao então presidente da República, Juscelino Kubitschek, que a depositou na base do Pórtico Monumental, onde se encontra até hoje.
Feita a introdução histórica, cumpre dizer que o Monumento foi concebido em três planos:
Uma plataforma elevada, com 31 metros de altura;
Um Mausoléu;
Um Museu, com peças utilizadas pelos combatentes naquele conflito.
Há três obras em destaque no Monumento:
Uma escultura em metal, de autoria de Júlio Catelli Filho, homenageando a Força Aérea Brasileira (FAB);
Uma escultura em granito, de autoria de Alfredo Ceschiatti, homenageando os pracinhas das três Armas;
Um painel de azulejos, de autoria de Anísio Medeiros, homenageando os mortos (civis e militares) no mar, datado de 1959. Trecho de texto da Wikipédia.
Nota do blog: Data 2026 / Crédito para Jaf.



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